Aí vai um post rápido neste diário de bordo da minha vida paulistana.
Como vocês bem sabem, às 00:00h do último domingo se iniciou o horário brasileiro de verão! O que muitos também sabem é que eu desde o dia 30 de agosto, venho acordando diariamente por volta das 05:00AM pra ir pra ir pro pólo em Santo André.
Então... 1h a mais nos relógios significa que eu saio de casa na escuridão! Dureza né? Não... pode ficar pior: noite, frio e CHUVA! No primeiro dia de escuridão do summer time tava chovendo de manhã.
Saí de casa e minha bolsa mara da Puma que eu comprei na remarcação Century 21 em NYC sai logo voando da minha mão, quase dando um duplo twist carpado. Vi que a trajetória da mesma se dirigia para o lixo em frente a casa e capturei a mesma com o pé, num movimento de domínio digno de Ronaldinho Gaúcho! Mesmo assim bateu no chão molhado...
Trabalho normal n fosse pelo sono, baralho virtual à noite com a galera da rep, e another day waking up at 05:00AM... e chegou a quarta-feira. Com ela a vontade absurda de comer na Mc Donalds... Peguei a vontade, transformei em atitude, botei uma roupa legal e fui pegar o bus pro shopping bourbon. Mais um erro de principiante em SP: se fizer sol e ceu azul de dia, não significa que a noite será menos fria... afinal aqui n tem mar... e eu me saí de saia batendo o queixo tão alto que dava pra ouvir a 10m de distância.
Comi meu Mc Quarterão de Praxe (sem sobrar uma batata - obs.: aqui eu to comendo horrores) e fui na livraria cultura. Comprei 2 livros... to mesmo ficando paulistana cult! hehehe
Comprei Bridget Jones's Diary, from Helen Fielding (em inglês pra lembrar meus tempos de américa do norte) e o livro Mulheres, de David Coimbra que eu li o fundo e gostei. Abaixo as capas e sinopses dos livros pra quem quiser ler tb!

O diário de Bridget Jones
Escrito na forma de diário, o romance relata um ano na vida de Bridget Jones, uma solteira de trinta e poucos anos, que luta com todas as forças para emagrecer, encontrar um namorado, parar de beber e largar o cigarro. Uma história aparentemente comum, mas narrada em estilo impecável e com extrema sensibilidade pela jornalista britânica Helen Fielding. Bridget trabalha em uma editora, mora sozinha, é apaixonada por seu chefe e cultiva o hábito de conversar com amigas que, em torno de uma mesa de bar, sempre têm soluções teóricas para todos os problemas. É impossível ler este diário e não se identificar com a protagonista. O mundo está mesmo repleto de Bridgets.
Mulheres!
David Coimbra, jornalista, cronista, escritor e indefectível bem-humorado, debruça-se sobre mulheres de todas as idades, formatos, profissões e mentes como um paleontólogo sobre fósseis e esqueletos, e observa seu objeto de estudo (e desejo) com tanta compaixão quanto curiosidade, com tanto humor quanto fascinação. Nas suas crônicas-histórias, o autor retrata de forma ficcional os vários tipos de mulher moderna e a relação destas com outras mulheres, com o sexo, com a liberdade e o casamento, com a maternidade, com os homens, com o próprio corpo – e, é claro, dá vazão ao eterno (pelo menos até os conturbados dias de hoje) fascínio masculino por esse estranho e encantador espécime. E como nem só de mulher vive o homem, o leitor encontrará também textos sobre outros mistérios da natureza.
Beijo e Queijo! Brrrrr que frio!
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